Este blogue consta de uma compilação de retratos da natureza e intervenção humana em ambiente rural e urbano que O Cidadão abt vai capturando com a sua objectiva durante as caminhadas, será despejada neste blogue de muitos píxeis e poucos bitáites, dando ao ciberleitor a possibilidade de clicar sobre cada uma das fotos e de seguida na tecla F11 para melhor as poder desfrutar em ecrã total... Ligue o som e... passe por bons momentos!

domingo, 10 de abril de 2011

LOURICEIRA

Caminhando pelos trilhos do concelho de Alcanena, entre as povoações da Louriceira e Vaqueiros, mantendo o rio Alviela a Ocidente.














8 comentários:

Tramagalense disse...

Boas Cidadão

Boas fotos Cidadão. A cobra é um belissímo exemplar, mas prece estar em mau estado, não? - parece ter sido agredida.

Qual a razão da mudança caro Cidadão?

saudações

O Cidadão abt disse...

Olá Tramagalense!

Cá está uma prova que o homem é o pior dos predadores!

Enquanto os outros seres vivos matam para sobreviver, o homem mata por prazer, por repulsa, por ganância, por ideologia, etc.

A cobra foi maltratado por um elemento do grupo caminhante e quando outros mais civilizados se aperceberam da situação, já era tarde!

O Cidadão tinha ficado para trás a obter umas fotos e quando chegou ao local, foi o que encontrou!

Desenvolveu-se um espírito de revolta contra os predadores que fizeram aquele triste serviço, catalisando a opinião da maioria do grupo de caminhantes!

Durante o resto do percurso criou-se um espírito de inimizade do grupo em relação aos três predadores que foram ouvindo aulas de consciência ecológica!
Infelizmente, o pior já tinha acontecido!

Um dos inconvenientes que se colocam a grupos numerosos de caminhantes de ocasião, é precisamente este da falta de civismo e da destruição da fauna e da flora!
Por isso é que as organizações mais inteiradas na matéria não organizam grupos com mais de 15 ou de 25 pessoas, consoante a sensibilidade da zona a progredir.

A troca de sítio dos blogues prende-se com o facto de o Picasa alegar que as fotos atingiram um determinado limite de armazenamento e pretenderem que este praça lhe pagasse uma quantia anual para cederem mais espaço de armazenamento.
Para os efeitos, quantia seria irrisória mas, os tipos só aceitavam cartão de crédito como meio de pagamento e para isso queriam que este praça lhes fornecesse o número bem como lhes revelasse o código de acesso.
Ora bem, isso seria escancarar-lhes a conta bancária e daí em diante poderia muito bem tornar-se um sócio maioritário do sistema!Foram-lhes propostas outras formas de pagamento, como a possibilidade de transferência bancária que não aceitaram.

Ná!
Não há cá pão p'ra malucos!
Vai daí, criou-se outro sítio a ver até onde isto chega!

Muito grato pelas suas preocupações, caro Tramagalense!

Viagens no meu Planeta disse...

Boas Cidadão

Muito me entristece ouvir essas histórias de gente inculta, burra, bronha, e piores do que tacanhos.
Se fosse comigo saltava-me a tampa e não teria problemas em insultar canalhas desse tipo.
Peço desculpa pelo palavreado Cidadão.

Quanto ao Picassa, bom isso é obra hein, querem tudo...
Só uma vez usei esse tal Picassa e como não me deixou fazer uma série de coisas, não mais o utilizei.

Voltando às caminhadas. Sabe Cidadão, modéstia à parte já fiz muitas caminhadas, em grupos, só ou com mais uma ou duas pessoas e o que prefiro é estar só ou em boa companhia. Aprecia-se melhor os ares e as paisagens e muito sinceramente aproveita-se muito mais do tempo que dedicamos ao contacto com a natureza.

saudações

O Cidadão abt disse...

Pois, Tramagalense.

Quando nos alistamos nas caminhadas, muitas vezes não sabemos que nos sai na rifa para companhia!

Há muitas outras em que o pessoal é respeitador do meio ambiente.
Poderemos classificar as caminhadas segundo os tipos:

Competitivo: que é sempre a fugir, ao desafio para mostrar quem tem mais pedalada.

Sacrificado: de vários dias em travessias onde se vencem desníveis acentuados, intempéries, etc. Estas para os veteranos.

Natureza: mais lentas, com tempo e paragens frequentes, em que se valoriza a interpretação do meio ambiente.

Anárquica: sempre a fugir, arrancando as plantas, agredindo os animais, fazendo vozeiralbarulhento, largar lixo, tropeçar e cair, levatnar a poeira do caminho, etc.

Apesar de não ser do princípio dos organizadores que perdem o controlo da situação, este último exemplo acontece por iniciativa de alguns broncos de todo, que cultivam a convicção de que todo o animal, desde que não seja doméstico à sua semelhança, é bicho perigoso, logo, há que ser abatido!
O efeito dos filmes das anacondas, dos tubarões, das aranhas, etc e outros porque lerdos, não alcançam mais! Contrastante é quando estes delinquentes da Natureza são habitantes das nossas aldeias, razão para terem uma consciência mais ecológica face à matéria!

Enfim!

Natural.Origin disse...

Adorei o verde...

Sorriso:)

O Cidadão abt disse...

Olá, Natural.Origin!


Adorou o verde e não se assustou com a cobra?

De facto, por estas bandas o verde é rei!

Muito grato pela sua fugaz passagem nesta chafarica quão solitária cá do Cidadão abt, dedicada às cenas da mamã Natureza e do meio ambiente!

Mil e um sorrisos p’ra si também!

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riscosapenas disse...

Os répteis ( e também os anfíbios)são dos grupos de animais mais odiados, fruto de superstições sem fundamento, passadas de geração em geração. Felizmente as mentes vão mudando e estes acontecimentos (muito tristes) vão sendo mais raros.

Já agora e em jeito de publicidade descarada aqui vai um link de um livro da autoria de um amigo meu (Armando Caldas) que luta para que as mentalidades mudem e editou um livro sobre os anfíbios de Portugal, uma obra que vinha fazendo falta na literatura ambiental portuguesa:
http://e-loja.quercus.pt/scid/eStore/defaultProductViewOne.asp?productCategoryID=342&productID=226

Brevemente surgirá um sobre os répteis portugueses deste mesmo autor...

O Cidadão abt disse...

Ò ciber Paulo Alves!!!


As mentes a que se refere são as dos répteis e dos anfíbios ou as dos humanos?

Se forem as dos primeiros, embora minúsculas, estão em perfeito equilíbrio não havendo necessidade de mudanças, quanto às dos humanos, essas sim, quando constatamos determinadas atrocidades ao meio ambiente e aos ecossistemas,de facto necessitam de mudanças substanciais!

Cá o Cidadão abt cuida que já lhe tenha passado esse livro sobre anfíbios, pelas unhas!

Aguardemos a edição sobre os répteis portugueses... os genuínos, claro, e não sobre os outros, porque para isso basta vermos, ouvirmos e lermos os noticiários e jamais os poderemos ignorar!

Muito obrigado pela sua visita com uns riscos apenas, riscos a penas..., ou como raio se lê?!